quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Agência com os dias contados?


Vem aí a partir do dia 1° de janeiro uma revolução, o que promete ser um marco no ramo da publicidade, simplesmente o BootB Criatividade ilimitada, está sendo denominado de central de briefing ou melhor uma fábrica de idéias, onde todos podem participar de qualquer lugar do mundo, qualquer que seja sua função ou profissão, idade não importa basta estar inspirado e as marcas comprarem suas idéias e já está feito. Pode ser a solução para a imagem publicitária ou marketing de empresas.Segundo os idealizadores todos nós temos um talento criativo, ele está disponível em 12 idiomas.
Disney, Lego, Peugeot, Unicef e Ferrero já estão disponibilizando briefing, é o surgimento da "Publicidade 2.0" interatividade total somada a criatividade. Poderá ser o aparecimento de mais um concorrente para as agências o "Do it yourself"? Vamos aguardar os próximos resultados.

Enquanto isso, vá dando uma olhada no que vem por aí: http://www.bootb.com/pt
Fonte: Adivertido
Adaptado por: Phillip Almeida

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

O Rádio na era digital


O rádio é uma mídia sobrevivente, operando há 85 anos no Brasil, resistiu à passagem das décadas, ao surgimento de novos meios e inovações tecnológicas – principalmente pela suas importâncias para o público e pela sua portabilidade.
Essas características foram suficientes até o momento, mas, em um mundo cada vez mais digital, o meio percebeu que estava correndo o risco de perder espaços para outras mídias se não se modernizasse.
A digitalização do rádio eleva de maneira incomparável a qualidade do som e acaba com problemas de interferências no sinal, tanto para as emissoras AM e FM. Há dois modelos aprovados pela UIT (União Internacional de Telecomunicações) para a digitalização do rádio: o Digital Radio Mondiale (DRM), adotado nos países europeus, e o In-band on-channel (IBOC), desenvolvido nos Estados Unidos.
O processo de digitalização avança rapidamente para realidade no Brasil. É praticamente certa a escolha pelo sistema norte americano, denominado IBOC, que permite que as emissoras migrem para o padrão digital usando a mesma faixa de freqüência usado no sistema analógico, sem precisar abrir mão, portanto da sua identidade junto aos ouvintes. Já o sistema europeu pede um novo canal para sua transmissão digital, o que obrigaria as emissoras a mudar o “endereço”. Em qualquer sistema será necessário que o consumidor adquira um receptor de rádio digital.
O sistema IBOC foi criado pela iBiquity Digital, empresa responsável pelo desenvolvimento e licenciamento da tecnologia HDRadio, cobrando royalties pelo seu uso . Entre os investidores da empresa estão quinze das principais emissoras de rádio do país.
Outra vantagem para os radiodifusores é que o sistema utiliza a infra-estrutura já existente do sistema analógico, sem necessidade de novas torres de transmissão ou nova licitação de freqüência, o que o faz ser também opção mais econômica.
Assim o consumidor pode esperar uma recepção mais clara, sem estática, chiado, estalo ou desvanecimento. Muitas emissoras brasileiras já estão operando em fase de testes técnicos de acordo com o modelo.
Com o rádio digital, é possível transmitis até três canais dentro da mesma freqüência, o que dá às emissoras a possibilidade de multigeração de conteúdo, segmentando sua programação e aumentando seu leque de ofertas para os ouvintes. A nova tecnologia também torna possível a transmissão de grande quantidade de dados na forma, por exemplo, de textos, fotos e até condições de tráfego, combinado com o sistema GPS, possibilitando visualizar mapas com as melhores rotas de trânsito para os motoristas, sendo exibidos nos displays dos receptores, aumentando a interação com os ouvintes.
A digitalização ajudará aos anunciantes, pois permitirá uma segmentação ainda maior da que existe hoje.
A multi geração vai obrigar a criação de novos formatos de programação, permitindo que o anunciante desenvolva um relacionamento mais focado com seus consumidores .

Fonte: Revista CENP
adaptado: Hugo Ferreira Drumond

Publicidade Via Bluetooth

Atualmente, o mobile marketing está ganhando mais espaço. Um sistema que aborda o seu cliente via celular, que pode ser através de mensagens de texto, imagens animadas, sons vídeos ou em aplicações que permite interatividade.

A Novabase do Brasil/Forward reuniu em um produto, várias ferramentas para esta publicidade feita através do celular.

De acordo com as informações passadas pela divisão de engenharias da empresa, esta novidade possibilita o envio de um sinal através do Bluetooth, com o módulo CRM Analítico de uma empresa. Desta forma o Bluetooth localiza o cliente em determinada situação e lugar, com publicitária e o CRM (Gerenciador de Relacionamento com o Cliente) determina o perfil do consumidor, utilizando de dados que já estavam armazenados.

Assim é possível identificar que o cliente está em uma área de compras e avisá-lo de alguma promoção nas lojas situadas naquele local e proximidades, que o CRM “sabe” que aquela pessoa tem interesse.

O CRM Analítico detalha o histórico das preferências do cliente e previne as ações, mas este sistema está restrito para apenas algumas áreas e locais. Estes sistemas integrados permitem um aprimoramento da abordagem ao cliente em marketing one-to-one.

“O conceito pode ser utilizado até em um supermercado, a fim de oferecer ao cliente descontos específicos ou seu perfil de compras”, afirma Paulo M. Macedo, diretor geral da Novabase do Brasil/Forward.

Fonte: Revista Cliente AS
Adaptado: Hugo Drumond

domingo, 9 de dezembro de 2007

Os Criativos

A Olho Gráfico Design e Comunicação lança nesta quarta-feira, 3 de outubro o site www.oscriativos.com.br.

A iniciativa tem um propósito interessante. O site foi criado com intenção de reunir o maior número possível de profissionais da área da criação publicitária e designers de todo o Brasil para compartilhar experiências, trocar idéias e interagir com idéias que contribuam para uma melhora significativa do setor, bem como estudantes de comunicação interessados na área.

O projeto lança aos estudantes e profissionais a oportunidade de desenvolver projetos a partir de briefings e demandas reais, o que pode aumentar consideravelmente a capacidade e o interesse de quem é apaixonado pela área.

Pelo endereço eletrônico da Olho Gráfico, os usuários têm acesso a briefings e respostas enviadas aos clientes partidas da própria equipe de criação da empresa de design e comunicação. As peças e trabalhos enviados por usuários serão avaliados (com data determinada pela Olho Gráfico) por profissionais da empresa que oferece o serviço, e ainda premia os melhores trabalhos.

O primeiro colocado receberá um selo de participação, uma cópia de seu trabalho para o portfolio pessoal com marca d’água de Os Criativos, certificado de participação e premiação financeira concedida pelo site.

O site também apresenta um novo modelo de negócios que concretiza os conceitos da web 2.0, pelo fato de reunir, em um único endereço, a oportunidade de relacionamento, a troca de informações, a competitividade entre os cadastrados e premiação por trabalho desenvolvido.

Corra lá e cadastre-se gratuitamente.


Fonte: Portal da Propaganda
Data da notícia: 03/10/2007
Adaptado por: Everton Luiz.


Wikipédia é melhor que as enciclopédias alemãs?

Sim, é isso mesmo.

São dados conclusivos de uma revista alemã constatando que o portal de pesquisa WikipédiaBrockhaus.

Por se tratar de uma base de dados que pode ser alterada por qualquer usuário da rede, o Wikipédia recebe a má fama dos especialistas da área quanto a veracidade de suas informações. O fato é que ao serem comparados 50 artigos, o portal que utiliza web 2.0 registrou superioridade nas notas de 43 deles, enquanto a edição digital da Brockhaus registrou melhores notas em apenas 6 verbetes e empate em um deles.

Esse é um dado interessante, levando-se em conta que a Brockhaus possui um especialista contratado para atualização e verificação de veracidade por assunto, o que deixa os usuários do Wikipédia bastante satisfeitos.

Essa é a prova de que o conteúdo do portal de enciclopédia livre não é tão duvidoso assim, mesmo porque a quantidade de informações e fichas que se deve preencher para postar alguma informação no site é bastante burocrática.

Sendo a Alemanha tão cultuada por sua educação rigorosa, o Wikipédia pode e deve sentir-se um tanto quanto "orgulhoso" de liderar tal pesquisa.

(dado por muitos como "fonte não-confiável" de informações) é superior ao da enciclopédia alemã


Fonte: Folha Online
Data da notícia: 09/12/2007
Adaptado por: Everton Luiz.

Coca-Cola

A Coca cola resolveu lançar no mercado brindes para acompanhar a campanha de Natal da marca.

Os Paper
Toys foram criados para ajudar nos enfeites das árvores de Natal. São papéis dobráveis que, ao seguir o passo-a-passo formam enfeites e funcionam como as velhas e convencionais bolas de árvore de Natal, porém com uma diferença: ao montar os enfeites o resultado são personagens ligados à marca durante muito tempo, como o famoso urso polar, por exemplo.

Funciona assim: o usuário entra no site da empresa e seleciona o personagem, imprime e segue as instruções para a montagem das peças. No fim, pendura em sua árvore e a marca da empresa é acompanhada e lembrada no mínimo até janeiro, que é o mês em que se desmonta a árvore.



Um interessante tipo de mídia alternativa.

Fonte: Blue Bus
Data da notícia: 09/12/2007
Adaptado por: Everton Luiz.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Abram as mentes e fiquem espertos...

O que a tríade Tecnologia, Entretenimento e Design tem a ver conosco, meros estudantes e/ou profissionais da publicidade?

Tudo! Isso mesmo, TUDO.

Se dermos uma verificada no site ted.com, veremos como essa tríade se tornou, na era da convergência, uma arma importantíssima da publicidade dos anos 2000. E nós, que somos a geração da tecnologia, devemos ficar de olho em todos os acontecimentos já que não podemos ficar para trás na disputa pelo mercado.

Em contrapartida, na vida precisamos de certos conhecimentos nas inovações. Os mais céticos pensam que não testemunharão as grandes inovações em termos de interatividade. Pobres coitados, a TV Digital já chegou e os pegou de surpresa. Então vamos aprender o inglês e curtir as centenas de palestras que os mestres do mundo nos dão.

Fonte: Ted
Adaptado por: Paolo Fabricio

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Inteligência Coletiva

Todos os computadores ligados a alguma rede mundial, podem favorecer o surgimento da inteligência coletiva, segundo Pierre Lèvy. Inteligência coletiva é: "É uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências", isto é, a partir da interatividade de sites onde usuários trocam informações, eles constroem disseminam todo conteúdo absorvido, gerando discussões, enquête, e a participação de qualquer usuário da internet de todo este conteúdo. Exemplos deste tipo de interação são os sites: ORKUT, WIKIPÉDIA, MERCADO LIVRE, entre outros, onde os usuários trocam qualquer tipo de informação em tempo real.

Um ponto positivo sobre a “inteligência coletiva” é que as informações estão abertas para qualquer tipo de pessoa que tenha o acesso à internet; pessoas do Brasil podem trocar informações com pessoas do Japão, sem qualquer problema, pois existem sites que traduzem automaticamente as línguas. Outro ponto positivo é que os usuários interagem com outros usuários, diferente dos outros veículos, tais como o rádio e a televisão, onde as pessoas sentam e apenas absorvem a informação (broadcasting).

Um ponto negativo desta interatividade é que com essa liberdade de publicações que a internet oferece, acarreta no problema da veracidade e da garantia quanto a qualidade da informação. Outro ponto negativo, é que a cada minuto novos usuários entram nesse mundo da internet e muitos destes novos e antigos usuários criam seu próprio mundo e uma gama de informações próprias. Com tantos usuários e infinitas informações, muitas delas acabam virando lixos eletrônicos e informações desorganizadas.

Segundo Pierre Lèvy “a comunicação interativa e coletiva é a principal atração do ciberespaço”, que não para de crescer, e a tendência é que esse cresça ainda mais. Com tantas informações o usuário tem que absorver e filtrar, pois não sabemos quem está do outro lado deste ciberespaço.


Fontes: Wikipedia & Abordo
Adaptado por: Thiago Leão

Editora Abril mostra tendências para comunicação com jovens

O jovem do século XXI é bombardeado por informações, e para a publicidade conseguir atingir esse público ela precisa de novos (e ainda pouco explorados) "ingredientes", que foram mostrados pelo núcleo jovem da Editora Abril (no dia 02/10/2007) , no seminário "Jovens sem fronteiras e os novos desafios do marketing", realizado no auditório do Ibemc São Paulo.

O estudo mostra 7 principais tendências de comunicação para o jovem contemporâneo. São eles: Big Game, Nanoconteudos, Big Seed Marketing, Mob Maps, Creative Commons, Ficção Caótica e Alternate Reality Games (ARG). O atual estudo é uma estudo, na verdade, é uma extensão da última pesquisa feita pela própria Editora Abril, em parceria com a empresa Box (de Porto Alegre), onde foram mostradas 10 tendências de consumo do jovem (pesquisa ainda disponível no site: www.ytrends.com.br).

De acordo com o editor de tendências do núcleo jovem da Editora Abril, Rafael Kenski, o ARG é a ferramenta (de comunicação) mais completa, pois reuni todas as outras ferramentas em torno da criação de um universo paralelo para jovens.

A núcleo Abril em conjunto com a agência DM9DDB já possuem uma experiência por ter criado, neste início de ano, a campanha Zona Incerta para o Guaraná Antártica. A campanha, que durou de janeiro a maio, tratava-se de um jogo pautado na tentativa de privatização da Amazônia por uma empresa estrangeira. E em apenas dois meses, esse projeto obteve a adesão de 325 mil usuários na internet e a divulgação através de mídia espontânea das formas mais atípicas.

Fonte: Visualy Publicidade.
Data da notícia: 05/10/2007
Adaptado por: Carla Rocha.

Publicidade online vai superar investimento em jornal em 2011

Em menos de 4 anos, os investimentos publicitários destinados à internet devem superar os investimentos nos jornais, nos EUA. Foi o resultado de uma pesquisa que é feita anualmente pela Veronis Suhler Stevenson sobre o mercado de mídia.
De acordo com a pesquisa, a publicidade online vai crescer mais de 21% por ano, e com isso, alcançará U$ 62 bilhões em 2011, enquanto os jornais devem alcançar cerca de U$ 60 bilhões.
A TV aberta e a TV por assinatura juntas, receberão a maior parcela dos investimentos e devem movimentar U$ 86 bilhões no mesmo ano.
Essa mesma pesquisa mede também o consumo de mídia e indica que em 2007, pela primera vez, o tempo de leitura de jornais deverá ser ultrapassado pelo tempo passado online.

Fonte: Blue Bus
Data da notícia: 20/11/2007
Adaptado por: Carla Rocha.

domingo, 28 de outubro de 2007

Google Avança no Projeto de Comercialização de Espaços Publicitários


A proposta do Google em investir em espaços publicitários, como banners e outros tipos de multimída na interface da internet, conta com a colaboração do mais recém contratado diretor de relacionamento, Marco Bebiano, ex-gerente de mídia da AgênciaClick.

O mais interessante é que, raramente podemos observar banners do Google em uma infinidade de sites, como geralmente acontece com os demais concorrentes.

Embora o Google não seja adepto ao pagamento das comissões sobre veiculação de links patrocinados, como é pratica efetiva no mercado, o Google passa a difícil missão de extinguir esta prática ao diretor de relacionamento com as agências. Tarefa que deve ser devidamente cumprida, uma vez que Bebiano já possui um currículo de peso, sendo um dos melhores Profissionais de Mídia do Brasil.

Resta saber se a falta de pagamento das comissões sobre veiculação de links patrocinados irá ou não agradar às grandes agências.


Fonte: Visualy Publicidade.
Data da notícia: 16/10/2007
Adaptado por: Everton Luiz.

Anúncios com imagens em movimento

A Time Inc (a maior editora de revistas dos Estados Unidos) está fazendo uma pesquisa para fazer anúncios de revista com imagens que se movimentam, para - além de chamar atenção do público, claro! - atrair anunciantes.

Já existem protótipos dessa nova tecnologia, e, além da Time Inc, outras editoras já viram demonstrações dessas animações (ainda em preto e branco) e que, para se movimentar, usam uma bateria do tamanho de uma moeda. Essas apresentações criadas por duas empresas: a Structural Graphics (que é especializada em anuncios diversos, em 3D, com luz, som, etc) e a E-Ink (especializada em displays eletrônicos).

Mas essa novidade só deve aparecer dentro de uns dois anos, e tudo que vier para acrescentar de forma positiva a publicidade, é bem vindo! Enquanto isso, temos que nos aperfeiçoar cada vez mais para atrair os consumidores!


Fonte: Visuality Publicidade.
Data da notícia: 11/10/2007
Adaptado por: Carla Rocha

Publicidade de alimentos privilegia consumo em detrimento da informação

Algumas propagandas de alimentos diet e light estão sendo motivo de debates por não apresentarem informações importantes para a saúde de seus consumidores. Essa é a principal conclusão que a biomédica Bianca Ramos Marins chegou na sua pesquisa "A propaganda de alimentos para fins especiais como estímulo ao consumo".

A idéia para a pesquisa de Bianca veio de observações de estratégias do mercado para estimular o consumo de alimentos classificados para "fins especiais" (de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e dirigido ao público com alguma necessidade (como diabéticos, idosos, etc.). São produtos que são especialmente formulados e que contém modificações no conteúdo de nutrientes adequados à utilização em dietas diferenciadas.

A biomédica analisou 20 peças publicitárias veiculadas na impresa escrita - entre junho e outubro de 2006 - usando questionamentos como "quem fala", "a quem se dirige", "como fala", "o que fala" e "qual o interesse". As peças escolhidas são de dois distintos jornais diários e de nove revistas (duas de atualidades e outras dirigidas ao público feminino ou de "vida saudável").
Ela encontrou anúncios de produtos de barra de cereais, pães de forma, leites, adoçantes, etc. E resumiu "De modo geral, produtos com publicidade feita para atingir as mulheres, propondo o consumo sem culpa, prometendo a combinação entre estética e saúde e associando os alimentos à felicidade, à longevidade, à vitalidade e a uma vida equilibrada.".

Na sua pesquisa, pode frizar estratégias de convencimento usadas pelos publicitários, tais como: alertar sobre a necessidade de uma vida saudável, o patrocínio de atividades esportivas, fotos de felicidade, vitalidade, saúde física e mental, a substituição de refeições pelos produtos divulgados. Uma importante observação feita pela biomédica foi a inexistência ou quase nula apresentação de informações nutricionais e de advertências em relação ao uso do produto nas peças publicitárias.

A partir dos resultados observados, Bianca chegou a algumas importantes conclusões. A principal foi que a publicidade oculta ou desconsidera totalmente informações essenciais ao esclarecimento do consumidor sobre os aspectos nutricionais dos alimentos.

E como consequência, o trabalho nos leva a discussão sobre a regulamentação atual da propaganda. Ela é suficiente, ou é possível e preciso uma melhor monitoração? O Estado tem a responsabilidade no assunto, e o tema pede mais estudo e investimento.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias
Data da Notícia: 19/09/2007
Adaptado por: Carla Rocha

Convergência para consumidores!

Os consumidores de hoje já não são meros expectadores, mas também participantes e colaboradores do conteúdo, assim interagem com as novas mídias. Ao comprar ou consumir um produto surge a necessidade da interação, o que para uma marca ou empresa seja qual for o seu segmento, um maior número de clientes melhor será sua aceitação no mercado, gerando mais vida, credibilidade e maturidade no seu nicho. O blog é uma ferramenta na qual a cada dia vem proliferando e descentralizando uma simples resposta, uma única verdade absoluta. Investimentos na publicidade digital não param de crescer,não restam dúvidas de uma migração das aplicaçõesdos já tradicionais:TVs, rádios, revistas e outros meios convencionais o que poderá acarretar uma reviravolta na convergência de mídias.

Fontes: Blog da Temple & Blue Bus

Data da notícia: 03/10/2007
Adaptado por: Phillip Almeida