segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Inteligência Coletiva

Todos os computadores ligados a alguma rede mundial, podem favorecer o surgimento da inteligência coletiva, segundo Pierre Lèvy. Inteligência coletiva é: "É uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências", isto é, a partir da interatividade de sites onde usuários trocam informações, eles constroem disseminam todo conteúdo absorvido, gerando discussões, enquête, e a participação de qualquer usuário da internet de todo este conteúdo. Exemplos deste tipo de interação são os sites: ORKUT, WIKIPÉDIA, MERCADO LIVRE, entre outros, onde os usuários trocam qualquer tipo de informação em tempo real.

Um ponto positivo sobre a “inteligência coletiva” é que as informações estão abertas para qualquer tipo de pessoa que tenha o acesso à internet; pessoas do Brasil podem trocar informações com pessoas do Japão, sem qualquer problema, pois existem sites que traduzem automaticamente as línguas. Outro ponto positivo é que os usuários interagem com outros usuários, diferente dos outros veículos, tais como o rádio e a televisão, onde as pessoas sentam e apenas absorvem a informação (broadcasting).

Um ponto negativo desta interatividade é que com essa liberdade de publicações que a internet oferece, acarreta no problema da veracidade e da garantia quanto a qualidade da informação. Outro ponto negativo, é que a cada minuto novos usuários entram nesse mundo da internet e muitos destes novos e antigos usuários criam seu próprio mundo e uma gama de informações próprias. Com tantos usuários e infinitas informações, muitas delas acabam virando lixos eletrônicos e informações desorganizadas.

Segundo Pierre Lèvy “a comunicação interativa e coletiva é a principal atração do ciberespaço”, que não para de crescer, e a tendência é que esse cresça ainda mais. Com tantas informações o usuário tem que absorver e filtrar, pois não sabemos quem está do outro lado deste ciberespaço.


Fontes: Wikipedia & Abordo
Adaptado por: Thiago Leão

Editora Abril mostra tendências para comunicação com jovens

O jovem do século XXI é bombardeado por informações, e para a publicidade conseguir atingir esse público ela precisa de novos (e ainda pouco explorados) "ingredientes", que foram mostrados pelo núcleo jovem da Editora Abril (no dia 02/10/2007) , no seminário "Jovens sem fronteiras e os novos desafios do marketing", realizado no auditório do Ibemc São Paulo.

O estudo mostra 7 principais tendências de comunicação para o jovem contemporâneo. São eles: Big Game, Nanoconteudos, Big Seed Marketing, Mob Maps, Creative Commons, Ficção Caótica e Alternate Reality Games (ARG). O atual estudo é uma estudo, na verdade, é uma extensão da última pesquisa feita pela própria Editora Abril, em parceria com a empresa Box (de Porto Alegre), onde foram mostradas 10 tendências de consumo do jovem (pesquisa ainda disponível no site: www.ytrends.com.br).

De acordo com o editor de tendências do núcleo jovem da Editora Abril, Rafael Kenski, o ARG é a ferramenta (de comunicação) mais completa, pois reuni todas as outras ferramentas em torno da criação de um universo paralelo para jovens.

A núcleo Abril em conjunto com a agência DM9DDB já possuem uma experiência por ter criado, neste início de ano, a campanha Zona Incerta para o Guaraná Antártica. A campanha, que durou de janeiro a maio, tratava-se de um jogo pautado na tentativa de privatização da Amazônia por uma empresa estrangeira. E em apenas dois meses, esse projeto obteve a adesão de 325 mil usuários na internet e a divulgação através de mídia espontânea das formas mais atípicas.

Fonte: Visualy Publicidade.
Data da notícia: 05/10/2007
Adaptado por: Carla Rocha.

Publicidade online vai superar investimento em jornal em 2011

Em menos de 4 anos, os investimentos publicitários destinados à internet devem superar os investimentos nos jornais, nos EUA. Foi o resultado de uma pesquisa que é feita anualmente pela Veronis Suhler Stevenson sobre o mercado de mídia.
De acordo com a pesquisa, a publicidade online vai crescer mais de 21% por ano, e com isso, alcançará U$ 62 bilhões em 2011, enquanto os jornais devem alcançar cerca de U$ 60 bilhões.
A TV aberta e a TV por assinatura juntas, receberão a maior parcela dos investimentos e devem movimentar U$ 86 bilhões no mesmo ano.
Essa mesma pesquisa mede também o consumo de mídia e indica que em 2007, pela primera vez, o tempo de leitura de jornais deverá ser ultrapassado pelo tempo passado online.

Fonte: Blue Bus
Data da notícia: 20/11/2007
Adaptado por: Carla Rocha.