domingo, 28 de outubro de 2007

Google Avança no Projeto de Comercialização de Espaços Publicitários


A proposta do Google em investir em espaços publicitários, como banners e outros tipos de multimída na interface da internet, conta com a colaboração do mais recém contratado diretor de relacionamento, Marco Bebiano, ex-gerente de mídia da AgênciaClick.

O mais interessante é que, raramente podemos observar banners do Google em uma infinidade de sites, como geralmente acontece com os demais concorrentes.

Embora o Google não seja adepto ao pagamento das comissões sobre veiculação de links patrocinados, como é pratica efetiva no mercado, o Google passa a difícil missão de extinguir esta prática ao diretor de relacionamento com as agências. Tarefa que deve ser devidamente cumprida, uma vez que Bebiano já possui um currículo de peso, sendo um dos melhores Profissionais de Mídia do Brasil.

Resta saber se a falta de pagamento das comissões sobre veiculação de links patrocinados irá ou não agradar às grandes agências.


Fonte: Visualy Publicidade.
Data da notícia: 16/10/2007
Adaptado por: Everton Luiz.

Anúncios com imagens em movimento

A Time Inc (a maior editora de revistas dos Estados Unidos) está fazendo uma pesquisa para fazer anúncios de revista com imagens que se movimentam, para - além de chamar atenção do público, claro! - atrair anunciantes.

Já existem protótipos dessa nova tecnologia, e, além da Time Inc, outras editoras já viram demonstrações dessas animações (ainda em preto e branco) e que, para se movimentar, usam uma bateria do tamanho de uma moeda. Essas apresentações criadas por duas empresas: a Structural Graphics (que é especializada em anuncios diversos, em 3D, com luz, som, etc) e a E-Ink (especializada em displays eletrônicos).

Mas essa novidade só deve aparecer dentro de uns dois anos, e tudo que vier para acrescentar de forma positiva a publicidade, é bem vindo! Enquanto isso, temos que nos aperfeiçoar cada vez mais para atrair os consumidores!


Fonte: Visuality Publicidade.
Data da notícia: 11/10/2007
Adaptado por: Carla Rocha

Publicidade de alimentos privilegia consumo em detrimento da informação

Algumas propagandas de alimentos diet e light estão sendo motivo de debates por não apresentarem informações importantes para a saúde de seus consumidores. Essa é a principal conclusão que a biomédica Bianca Ramos Marins chegou na sua pesquisa "A propaganda de alimentos para fins especiais como estímulo ao consumo".

A idéia para a pesquisa de Bianca veio de observações de estratégias do mercado para estimular o consumo de alimentos classificados para "fins especiais" (de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e dirigido ao público com alguma necessidade (como diabéticos, idosos, etc.). São produtos que são especialmente formulados e que contém modificações no conteúdo de nutrientes adequados à utilização em dietas diferenciadas.

A biomédica analisou 20 peças publicitárias veiculadas na impresa escrita - entre junho e outubro de 2006 - usando questionamentos como "quem fala", "a quem se dirige", "como fala", "o que fala" e "qual o interesse". As peças escolhidas são de dois distintos jornais diários e de nove revistas (duas de atualidades e outras dirigidas ao público feminino ou de "vida saudável").
Ela encontrou anúncios de produtos de barra de cereais, pães de forma, leites, adoçantes, etc. E resumiu "De modo geral, produtos com publicidade feita para atingir as mulheres, propondo o consumo sem culpa, prometendo a combinação entre estética e saúde e associando os alimentos à felicidade, à longevidade, à vitalidade e a uma vida equilibrada.".

Na sua pesquisa, pode frizar estratégias de convencimento usadas pelos publicitários, tais como: alertar sobre a necessidade de uma vida saudável, o patrocínio de atividades esportivas, fotos de felicidade, vitalidade, saúde física e mental, a substituição de refeições pelos produtos divulgados. Uma importante observação feita pela biomédica foi a inexistência ou quase nula apresentação de informações nutricionais e de advertências em relação ao uso do produto nas peças publicitárias.

A partir dos resultados observados, Bianca chegou a algumas importantes conclusões. A principal foi que a publicidade oculta ou desconsidera totalmente informações essenciais ao esclarecimento do consumidor sobre os aspectos nutricionais dos alimentos.

E como consequência, o trabalho nos leva a discussão sobre a regulamentação atual da propaganda. Ela é suficiente, ou é possível e preciso uma melhor monitoração? O Estado tem a responsabilidade no assunto, e o tema pede mais estudo e investimento.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias
Data da Notícia: 19/09/2007
Adaptado por: Carla Rocha

Convergência para consumidores!

Os consumidores de hoje já não são meros expectadores, mas também participantes e colaboradores do conteúdo, assim interagem com as novas mídias. Ao comprar ou consumir um produto surge a necessidade da interação, o que para uma marca ou empresa seja qual for o seu segmento, um maior número de clientes melhor será sua aceitação no mercado, gerando mais vida, credibilidade e maturidade no seu nicho. O blog é uma ferramenta na qual a cada dia vem proliferando e descentralizando uma simples resposta, uma única verdade absoluta. Investimentos na publicidade digital não param de crescer,não restam dúvidas de uma migração das aplicaçõesdos já tradicionais:TVs, rádios, revistas e outros meios convencionais o que poderá acarretar uma reviravolta na convergência de mídias.

Fontes: Blog da Temple & Blue Bus

Data da notícia: 03/10/2007
Adaptado por: Phillip Almeida